“Tinha comigo um romance, os Três Mosqueteiros, velha tradução creio do Jornal do Comércio. Sentei-me à mesa que havia no centro da sala, e à luz de um candeeiro de querosene, enquanto a casa dormia, trepei ainda uma vez ao cavalo magro de d’Artagnan e fui-me às aventuras. Dentro em pouco estava completamente ébrio de Dumas. Os minutos voavam, ao contrário do que costumam fazer, quando são de espera; ouvi bater onze horas, mas quase sem dar por elas, um acaso. Entretanto, um pequeno rumor que ouvi dentro veio acordar-me da leitura. Eram uns passos no corredor que ia da sala de visitas à de jantar”.
O leitor apaixonado por Machado de Assis terá reconhecido um de seus contos mais famosos, “Missa do Galo”, de 1894. Jovem estudante vindo de Mangaratiba, o narrador que lê Os Três Mosqueteiros, e conta a história anos depois, hospeda-se no Rio de Janeiro com um contraparente, o escrivão Meneses. Os “passos no corredor” são da mulher do dono da casa, Conceição. Ela tem trinta anos, o hóspede dezessete.
O diálogo que se segue, em voz baixa, os gestos “demorados” de Conceição, “umas pausas” insinuam uma discretíssima dança de sedução, enquanto o marido passa a noite de Natal fora, com a amante. O escrivão chama a isso “ir ao teatro”.
A escolha de Os Três Mosqueteiros sugere um protagonista ainda ingênuo, que apenas intui, sem ter certeza, estar sendo objeto de um delicado processo de sedução. A leitura do livro de Dumas alude por outro lado ao derradeiro sopro de vida adolescente, no rapaz prestes a entrar na vida adulta, que toma consciência da sexualidade e que atribui à interlocutora, quem sabe, os seus próprios desejos e fantasias.
Quando Conceição entra na sala, vem “arrastando as chinelinhas da alcova. Vestia um roupão branco, mal-apanhado na cintura. Sendo magra, tinha um ar de visão romântica, não disparatada com o meu livro de aventuras”. Muitas vezes li a “Missa do Galo”, e essas chinelinhas de Conceição, seu “roupão branco mal-apanhado na cintura” sempre me pareceram, já na adolescência — ou talvez sobretudo naquela época — fortemente eróticos.
Como o narrador de “Missa do Galo”, muitos leitores de Alexandre Dumas podem ficar “completamente ébrios” diante da vitalidade do livro. Gerações de jovens sonham, desde 1844, quando o romance apareceu primeiro como folhetim, com a bela mas perigosa Milady, e com os floretes e cavalgadas dos quatro amigos — “suas miríficas aventuras”, dizia o crítico literário e escritor José Veríssimo, em ensaio de 1902. Não poderia haver oposição maior entre o cotidiano de d’Artagnan e o dia a dia do jovem do conto: “Vivia tranquilo, naquela casa assobradada da rua do Senado, com os meus livros, poucas relações, alguns passeios. A família era pequena, o escrivão, a mulher, a sogra e duas escravas. Costumes velhos. Às dez horas da noite toda a gente estava nos quartos; às dez e meia a casa dormia. Nunca tinha ido ao teatro”. Nesse contraste pode estar a verdadeira razão da escolha de Os Três Mosqueteiros por Machado de Assis: o adolescente da rua do Senado encontra na obra de ficção as emoções, as experiências, o sentido de aventura ausentes na sua vida.
A mim, Os Três Mosqueteiros traz recordações felizes da infância. As histórias de Dumas competiam então, no meu imaginário, apenas com as de Jules Verne. Além das primeiras aventuras dos três mosqueteiros que se tornam quatro, li os outros livros do ciclo, Vinte Anos Depois e o Visconde de Bragelonne; e também O Conde de Montecristo e Os Irmãos Corsos. Eram volumes compartilhados com meu irmão e minha irmã, e Dumas, assim, é um símbolo de harmonia entre nós três.
Lembro particularmente de umas férias, na adolescência, na fazenda do nosso avô materno, na Zona da Mata em Minas Gerais, em que meu irmão e eu alternamos a leitura de um único exemplar de Os Irmãos Corsos. Uma hora o livro estava nas minhas mãos, outra hora nas de Alfredo. Isso era feito pacificamente, como convinha, já que a história é sobre gêmeos, que vivem de forma simbiótica, cada um sentindo o que o outro sente, mesmo à distância. Pouco tempo depois, quando eu tinha dezessete anos, meu irmão morreria, aos dezesseis, de maneira terrível.
Reagi com entusiasmo quando, em Kuala Lumpur, recebi convite para assistir, em 25 de maio, a uma sessão especial, patrocinada pela Embaixada da França, da mais recente adaptação para o cinema de Os Três Mosqueteiros. Dirigido por Martin Bourboulon, o filme é apresentado como uma duologia. A primeira parte, “D’Artagnan“, estreou na França — e no Brasil — em abril; a segunda, “Milady“, será lançada em dezembro. Esses subtítulos fazem jus à importância que os dois personagens detêm em momentos sucessivos do romance de Alexandre Dumas e de seu colaborador, Auguste Maquet. Na segunda metade do livro, Milady de Winter sem dúvida rouba a d’Artagnan o estrelato.
Eu contava poder formular um julgamento sobre as interpretações de Eva Green como Milady, Vincent Cassel como Athos, Romain Duris como Aramis e Louis Garrel como Luís XIII, o mais neurastênico dos reis. Alexis Michalik, autor de peças excelentes, também atua no filme. Sobretudo, eu estava interessado em ver Vicky Krieps no papel da rainha Ana d´Áustria. No início do ano, eu ficara intrigado com a atuação da atriz luxemburguesa em Corsage (2022), onde sua Sissi, oprimida, vítima das circunstâncias, era também egocêntrica e cruel. A diretora austríaca Marie Kreutzer consegue, com esse filme, solapar o mito da imperatriz, ao mesmo tempo que o perpetua — pois falar em alguém, para bem ou para mal, é manter viva a pessoa.
Das muitas versões cinematográficas do romance de Dumas, lembro-me apenas de ter visto, na televisão, criança, a de 1973. O filme conta com um elenco espetacularmente célebre. Michael York é d´Artagnan; Oliver Reed, Athos; Richard Chamberlain, Aramis; Frank Finlay é Porthos; Geraldine Chaplin, Ana d´Áustria; Christopher Lee é Rochefort; Faye Dunaway, Milady de Winter; Charlton Heston é o Cardeal de Richelieu; e Jean-Pierre Cassel faz o rei Luís XIII. O ator e diretor de teatro francês Georges Wilson é o capitão dos mosqueteiros, Tréville.
Estelar como era, o filme de 1973 mantém-se na minha memória exclusivamente por causa da presença de Raquel Welch — que nos deixou este ano, em fevereiro — no papel de Constance. A única cena que me ficou é da atriz, feliz, sorridente, muito linda e sedutora caminhando pelas ruas da Paris do século XVII, com decote generoso e carregando uma cesta de roupa, já que Constance é camareira da rainha Ana d´Áustria. É bem possível que a cesta seja um acréscimo da minha imaginação.
Ocorre que, em 25 de maio, eu não estaria em Kuala Lumpur, mas em Langkawi, na costa ocidental da Malásia, na Exposição Internacional Marítima e Aeroespacial, que acontece naquela ilha a cada dois anos. A EMBRAER mostraria na feira seu avião para transporte de passageiros E195-E2. Em Langkawi, seria anunciado que uma empresa aérea malásia estava adquirindo dez exemplares do jato.
O rei da Malásia visitaria o E195-E2 durante a Exposição. O avião da EMBRAER voou do Brasil até Langkawi e trouxe o sucesso habitual à companhia brasileira. O rei subiu ao avião. Sentou-se primeiro na cabine, ao lado do piloto. Depois, como passageiro. A agência oficial de notícias da Malásia registrou o momento em que o monarca, em trajes militares, e eu sentamo-nos cada um de um lado do corredor do E195-E2. Ao se despedir de mim o rei disse, em português, com ar contente: “Obrigado”.

Os Três Mosqueteiros foi mostrado em Kuala Lumpur em uma ou outra sessão adicional. Continuei, no entanto, impedido de assistir ao filme. Poucos dias depois da volta de Langkawi, sofri ruptura de dois ligamentos no tornozelo. Durante algumas semanas, meu deslocamento ficou restringido ao trabalho e à fisioterapia.
É provável que o filme, tendo passado duas ou três vezes na mostra de cinema organizada pela Embaixada da França, não entre em circuito comercial na Malásia. Não sei quando poderei vê-lo. Compensei a frustração relendo o romance de Alexandre Dumas. A leitura escapista, reconfortante, era aquilo de que eu precisava naquele momento de dor física.
Como sempre acontece quando revisitamos um texto de ficção lido na juventude, já não vi da mesma maneira as peripécias de d’Artagnan e seus companheiros. Na infância e na adolescência, eles eram os meus amigos simpáticos e divertidos. Na releitura recente, fui mais crítico. Registrei a sua coragem física, mas também a sua leviandade. Brigam com qualquer um a qualquer momento. Duelam e matam a troco de nada — a bem da verdade, muitas vezes também perdoam seus oponentes derrotados. Aramis é a personalidade mais complexa, hesitando entre ser padre e mosqueteiro. D’Artagnan fica satisfeito após treinar seu novo serviçal, Planchet, à base de pancadas. Porthos vive às custas de uma mulher casada, com idade para ser sua mãe. Athos é, francamente, um tedioso depressivo.
Desagradou-me a misoginia com que é tratada Milady. Candidata a beatificação, a personagem não é. Envenena inimigos, e possivelmente o segundo marido. Seduz e mente para atingir seus objetivos. Ela é, porém, uma espiã de Richelieu, e é querer demais que espiãs sejam eficazes nas suas missões, mas também demonstrem caráter idôneo. Assim como Milady mata ou deixa morrer sem compaixão, é morta pelos quatro amigos da maneira mais covarde e hipócrita. Não temos direito à sua versão sobre os crimes de que a acusam, antes de o carrasco decapitá-la, a mando dos mosqueteiros, sem tribunal, sem juiz, de noite, em um campo isolado.
Minha maior lástima, ao perder a nova versão cinematográfica, é não poder ver como é abordada a trama mais famosa do livro, a que envolve os doze broches de diamantes que Ana d´Áustria dá de presente, secretamente, a George Villiers, duque de Buckingham. Favorito e principal ministro dos reis Jaime I e Carlos I da Inglaterra, Buckingham foi, na vida real, tão famoso em seu tempo quanto Richelieu, mas bem menos inteligente e competente. Muitos memorialistas da época registram o capricho do duque de, em uma viagem à França como embaixador extraordinário, em 1625, querer seduzir a rainha. Segundo Dumas, a mulher de Luís XIII mantém com ele uma intensa relação amorosa, ainda que aparentemente platônica.

Os diamantes haviam sido, originalmente, ofertados a ela pelo rei. Luís XIII, incentivado por Richelieu, pede que Ana d´Áustria os use em um próximo baile. D’Artagnan galopa até Londres para recuperá-los, salvando assim a rainha, adúltera ao menos emocionalmente, do grande escândalo que o cardeal deseja provocar. Há incongruências no enredo e na cronologia do romance, e nunca nos é explicado como são compatíveis com a devoção de d´Artagnan a Luís XIII a sua expedição à Inglaterra para ocultar a traição de Ana d´Áustria ou o fascínio que Buckingham provoca no futuro mosqueteiro.
Em Une autre histoire de la littérature française, de 1998, Jean d’Ormeson (1925-2017) resume bem o efeito causado pelos livros de Dumas: “O estilo não é brilhante, a psicologia é gaguejante, falta rigor ao enredo, mas há tanto movimento, brilho (panache), tanta vida, que os personagens se tornam inesquecíveis. Nunca nos entediamos com eles”. E cita uma frase do escritor: “O que é a História? Um prego onde penduro os meus romances”.
É inegável a atitude utilitária de Alexandre Dumas em relação à História, que manipula para fornecer suspense, aventuras e emoções aos sôfregos leitores de seus folhetins. Ana d´Áustria viveu na França uma juventude repleta de intrigas palacianas, muitas desavenças com o marido e Richelieu, e algum conluio com seu irmão, Felipe IV da Espanha, então em guerra com Luís XIII, o que poderia caracterizar traição. Mais tarde, amadurecida, desempenharia, após a morte do marido, de maneira competente, firme, nas difíceis circunstâncias da Fronda, o papel de regente de seu filho Luís XIV.
Hoje, porém, é bem possível que, mesmo na França, Ana seja lembrada sobretudo graças à vivacidade da obra de Dumas. A personagem literária substituiu a figura histórica. A trama dos diamantes, aliás, não foi invenção de Dumas e seu colaborador. O primeiro a registrá-la foi François, duque de La Rochefoucauld (1613 -1680). As célebres Máximas do duque, visão pessimista — ou vá lá, realista — da alma humana dão a ele reputação merecida de moralista. Jovem, contudo, La Rochefoucauld participou, como aliado da rainha, das cabalas da corte de Luís XIII e depois desempenhou, na Fronda, papel ativo contra a autoridade real. Suas Memórias formam um pequeno volume que causa grande impacto, por causa do estilo conciso e direto. La Rochefoucauld já nos fornece o cenário, seguido fielmente por Alexandre Dumas, de como dois dos broches de diamantes foram recortados da roupa de Buckingham, durante um baile, pela condessa de Carlisle — assim como Milady faria no romance — e de como o duque manda fechar os portos, para impedir que as joias sejam levadas da Inglaterra às mãos de Richelieu, enquanto seu joalheiro as copia a toque de caixa.
Como muitos antigos apoiadores da rainha, La Rochefoucauld decepcionou-se com ela após a morte de Luís XIII, em 1643, ocorrida poucos meses depois da de Richelieu. Já não existia a sedutora jovem que gostava de despertar paixões e de escutar, complacente, nobres rebeldes e conspiradores, e trabalhar com eles contra o esforço centralizador empreendido pelo cardeal-ministro e que desembocaria no absolutismo de Luís XIV. Surgira uma alma de ferro, cada vez mais influenciada pelo Cardeal Mazarino, herdeiro político de Richelieu, e desejosa de preservar a autoridade do filho. La Rochefoucauld chega a dizer: “ela passou a desaprovar qualquer outro interesse que não fosse o do Estado”. Já durante as últimas semanas de vida do moribundo Luís XIII, para aumentar suas chances de ser nomeada regente do filho — Luís XIV tinha quatro anos e meio quando do falecimento do pai — Ana enviou emissário ao rei, nos conta o memorialista, para sustentar que nunca participara dos complôs contra ele. A resposta de Luís XIII foi digna de uma peça de Corneille: “No estado em que me encontro, devo perdoá-la; mas não sou obrigado a acreditar nela”.

É possível duvidar da veracidade da trama descrita por La Rochefoucauld. A primeira edição das Memórias, pirateada, é de 1662, quando Ana d´Áustria tinha 61 anos. O moralista pode ter sentido algum prazer vingativo em descrever a antiga aliada, contra quem, mais tarde, se rebelara na Fronda, como uma jovem leviana, capaz, em 1625, de presentear um estrangeiro que se declara apaixonado, mas que ela mal conhece, com joias recebidas do marido. O memorialista-moralista nos explica que o ministro inglês chegou a Paris com “mais esplendor, grandeza e magnificência do que se fosse rei” — avec plus d´éclat, de grandeur et de magnificence que s´il eût été roi. Por isso, pareceu à rainha “ser o homem do mundo mais digno de amá-la” — il parut à la Reine l´homme du monde le plus digne de l´aimer.
La Rochefoucauld pode nas suas Memórias, com a história dos diamantes, ter apenas repetido, e não imaginado, fofoca de corte, fidedigna ou não. O fato é que o gênio de Dumas transforma um mexerico ouvido ou inventado por La Rochefoucauld em uma trama vibrante. Esta, por sua vez, fixou para a posteridade uma imagem romântica da proximidade entre a rainha da França e o poderoso ministro inglês.
O ensaio de José Veríssimo de 1902, homenagem ao centenário de nascimento de Alexandre Dumas, que morrera em 1870, foi publicado primeiro no Jornal do Comércio. O texto pode hoje ser lido em um volume lançado em 2003, com o título José Veríssimo, Homens e Coisas Estrangeiras, 1899-1908. Menciona o quanto a obra de Dumas “nos encantou, nos animou, nos seduziu”, e a dívida de todos ao “adorável contador, que tantas vezes adormeceu a nossa dor, embalou a nossa ilusão, excitou a nossa imaginação”.
Um domingo de junho em Kuala Lumpur, tendo terminado a releitura de Os Três Mosqueteiros, desloco-me à fazenda em Minas Gerais, eliminando tempo e distância.
É julho, é final de tarde, o sol vai baixando. Logo jantaremos, e nosso avô, separado há quarenta anos da nossa avó, que mora no Rio, e viúvo da segunda mulher, entrará no carro e irá, em Juiz de Fora, passar a noite com a namorada do momento, tal qual o escrivão Meneses no conto de Machado de Assis. Somos os três irmãos, seus netos, apenas adolescentes, mas ali vivemos livres e sem muita supervisão.
Fecho o volume de Os Irmãos Corsos que estou lendo, começo a trancar as muitas janelas de madeira da casa da fazenda. Estou no quarto do meu irmão, quando Alfredo aparece, verdadeiro d’Artagnan, no umbral da porta, corado, sorrindo, enérgico, o cabelo alourado desalinhado, regressando de horas de galope no seu cavalo branco. Os jeans ainda estão dentro das botas, o chicote ainda está na sua mão.
A visão adormece a minha dor.


Caro Embaixador Sr. Ary Quintella,
Tenho que confessar que, por várias razões, gostei muitíssimo mais deste segundo texto seu que tive oportunidade de ler. Trouxe-me também muitas lembranças.
Excelente foto e parabéns ao nosso Brasil e Embraer pelo sucesso na LIMA. Eu ao contrário, não estava em Langkawi mas no cinema para assistir a nova versão do filme no Festival de Cinema Francês de 2023. Adorei a nova versão e espero que possa ver o “to be continued”, ou segunda parte, já em Nova Delhi.
Partimos este final de semana, dia 12/agosto, sábado, para este novo universo-país-mundo que se chama Índia.
Lamento profundamente perder a Celebração de nossa Independência no 7 de setembro deste ano.
Quem sabe eu consiga participar em Nova Delhi se houver alguma chance em função do curto prazo de tempo.
Deixo-lhe em meu nome e do Eric um grande abraço e honrada(os) de tê-lo conhecido.
Continuarei aguardando seus textos sempre com ansiosa curiosidade.
Novamente, grande abraço,
Regina Querido ________________________________
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Adorei
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div>Lembrei meu tempo de jovem
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div dir=”ltr”>- – – – – – – Olá!Meu e-ma
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Obrigado, Diva
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Muito interessante a sua abordagem! O filme atual, voltará ao Rio de Janeiro? Grande Abs
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Pois é, soube que o filme ficou pouco tempo em cartaz no Rio.
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Muito bom.
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Muito obrigado
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com esse lindo texto eu me preocupei com a dor dos ligamentos do tornozelo
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Tornozelo melhorando. Muita fisioterapia, e evitando atividades que não sejam de trabalho.
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Li, como muitos jovens, alguns romances de Dumas, mas o que mais me marcou foi o Conde de Monte Cristo, embora tenha visto, também, um filme sobre os Tês Mosqueteiros. creio que francês, com Alain Delon (talvez) no papel de d’Artagnan. Tenho, também, esse volume do Veríssimo, li algumas partes, mas não creio ter lido sobre Dumas. Preciso encontrar na barafunda da minha biblioteca.
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Esse volume do José Veríssimo é muito útil. Um trabalho importante de resgate feito pela Topbooks
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Realmente é com orgulho que digo que é meu primo.
Maravilha de linhas.
Tal qual sua mãe, seguiu seus passos com muita mestria.
Parabéns Ary.
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Obrigado, Aloisio 🙏
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Li tudo com encantamento! Gosto do que escreve! E tem mais uma coisinha… sou muito fã da Embraer ( acho que é a única companhia brasileira da qual sou fã) e então torço muito por ela! Fiquei feliz com a notícia da compra dos aviões!
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Obrigado, Suely. A EMBRAER é um orgulho nacional. Também sou fã da EMBRAPA.
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Maravilha de publicação! Transportou-me aos meus early teens quando recebi de presente os três volumes dos Três Mosqueteiros (vol 1, 2 e 20 anos depois), que li, reli e abria de forma randômica para me perder uma vez mais, só interrompendo para momentos mais íntimos lendo, também randomicamente, trechos de “O Amante de Lady Chaterlay”, escamoteado d´entre os livros do meu pai. Quanto ao filme, depois de assitir o que foi exibido nos anos 50 (Gene Kelly era D´Artagnan, Lana Turner como Milady), eu nunca mais me interessei em ver mais nenhum sobre o tema…
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Lana Turner devia ser uma Milady bem convincente 👍
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Delícia de leitura nesta tarde cinzenta.Tenho comigo as melhores lembranças dos livros de Dumas que marcaram a minha adolescência
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Obrigado novamente 🙏🙏🙏
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